É ela quem recomenda também o preguinho da casa como entrada – se houver espaço para isto, é claro. A chef Maia, natural de Senaki, uma cidade no oeste georgiano, é a mentora do projecto e convida quem se senta à sua mesa a desfrutar dos aromas e sabores através de uma experiência única em cada prato. O ambiente neste espaço, marcadamente escandinavo, convida a relaxar com uma playlist cuidada e livros de gastronomia sobre as mesas. É um dos cafés mais bonitos da cidade, com opções para todas as horas (há bolos caseiros e pratos do dia), e o stress fica lá fora. Mas se quiser ver todo o potencial do chef em acção, então, embarque na experiência que é o Éon e peça o menu gastronómico, uma viagem pelos produtos portugueses e de proximidade. E porque o café é fundamental neste espaço, o Early começou a preparar o seu próprio café, com grãos provenientes de várias quintas sustentáveis em todo o mundo.

Entre os espaços que ainda cheiram a novo, em Lisboa e não só, há lugar para cozinhas de autor, de fogo, para peixe fresco, neo-tascas e os mais diversos https://tribunasportsbar.pt/ projectos de cozinha internacional. As novidades multiplicam-se de tal forma que, quando descobrimos os restaurantes que abriram nos últimos meses, já temos novas mesas à nossa espera. O Buffet pode ser servido à vontade e inclui 1 opção de bebida + 1 refil (suco natural, água ou refrigerante 220ml) e 1 sobremesa.

A carta arranca com carnes frias, snacks e entradas, onde palmiers de presunto e queijo Nisa ou mini bolos de arroz com gamba rosa do Algarve ou recheios de pato – dependendo da estação do ano –, vão fazendo as delícias de quem os prova. No Cibû, o restaurante do chef Hugo Portela, em Leça da Palmeira, faz-se uma cozinha moderna, criativa, mas com uma orientação bem portuguesa e com um vincado apelo à memória. Mas como não há mal que dure para sempre, a Casa Inês regressou, agora integrada no Time Out Market Porto onde, além daquele prato, serve uma vitela estufada que se desfaz na boca, uma generosa francesinha e uma aletria de comer e chorar por mais.

Aprecie o que de melhor a cozinha tradicional portuguesa têm para lhe oferecer!

Esta dualidade de experiências sugere que o serviço de mesa pode ser inconsistente, dependendo do dia, da hora e, possivelmente, da equipa em funções. Alguns clientes descreveram o serviço como "mal organizado e lento", e há até um relato mais antigo de uma primeira impressão tão negativa que levou o cliente a abandonar o estabelecimento antes mesmo de fazer o pedido. Esta variedade sugere que o espaço é igualmente adequado tanto para uma refeição completa, como o almoço e jantar, como para um final de tarde mais descontraído a partilhar algumas iguarias.

Os melhores restaurantes japoneses em Lisboa

A carta, com pratos sofisticados e bonitos empratamentos, tem a assinatura do chef Miguel Laffan. Nas opções de sushi tem combinados tradicionais (21 unidades, 19€) ou o salmon party (21 unidades, 17€). Os menus vêm em formato de revista e o espaço está numa antiga “villa” reformada e transformada em restaurante.

Fica mesmo ao lado da estação de comboios, mas aqui não é sítio para comer e andar. É uma das mais conhecidas marisqueiras de Lisboa e é espaçosa, o que dá jeito para aqueles almoços e jantares de família em que vai a criançada toda. Além disso, o David da Buraca é sempre uma boa opção para jantares de grupo, já que espaço não lhe falta. O cozido à portuguesa, o pernil ou o polvo à lagareiro são algumas das especialidades da casa. A pizza que leva o nome da casa, por exemplo, com mozzarella, queijo burrata, lascas de presunto Di Parma e rúcula.

  • A katsu de bacalhau e o frango crocante com molho agridoce e ananás, de inspiração coreana, não ficam atrás.
  • “Como acho que há uma escassez de bistrôs mais gastronómicos no Porto, gostava que as pessoas pudessem ter uma experiência mais fine dining a preços mais acessíveis”, explica.
  • Mais tarde abriu um espaço em nome próprio, a poucos passos do original, mas que fechou as portas em 2018, para grande tristeza da cidade.

Marido e filho na sala, irmãs a contribuir na rectaguarda – sobretudo nas sobremesas. Das entradas às sobremesas, o difícil é deixar passar alguma coisa. Há ainda saladas frescas, sopas clássicas e reconfortantes e sobremesas típicas. Na Rua de Santa Catarina, mas longe da balbúrdia do turismo, a chef abriu o seu restaurante de paredes de pedra, luz suave e sofás aconchegantes para receber os clientes como se estivessem em sua casa. Pagam-se 22,50€ e come-se o que se quiser (com bebidas, café e sobremesas incluídas, o preço fica nos 32,50€).

Entre conversas intimistas e a algazarra das mesas de grupo, o Entropia proporciona também este conforto, o da atmosfera cheia e animada. Vamos encontrar pratos mais ou menos corriqueiros, receitas dentro da caixa, às quais o chef adiciona um factor surpresa. Numa cozinha com vestígios de sazonalidade, as experiências de Bonneville cruzam diferentes inspirações e influências.

Uma Itália séria, sem filtros – talvez daí o nome, Ruvida, que em português significa áspero. A começar pelo mezze, batalhão de entradas servidas nas cozinhas grega, turca e do Médio Oriente. No Rumi, as especialidades das cozinhas palestiniana e turca não se fundem – apenas convivem numa mesma e extensa carta, cheia de opções para partilhar.

O menu de degustação incide, sobretudo, sobre os vegetais e os produtos vindos do mar, mas também há espaço para um bom prato de carne. “Como acho que há uma escassez de bistrôs mais gastronómicos no Porto, gostava que as pessoas pudessem ter uma experiência mais fine dining a preços mais acessíveis”, explica. “Para aqui, quis preparar pratos que eu gostasse de comer; quis criar algo harmonioso, sem estar muito preso a receitas e tradições”, diz.

Os melhores restaurantes de carne em Lisboa

Pedro Lemos mudou recentemente a localização do seu restaurante homónimo, mas para o novo espaço levou o know-how e a criatividade com que sempre surpreendeu quem se senta à sua mesa. Servem bom vinho e boa comida e o menu vai mudando com frequência, entre pratos de arroz, peixes e mariscos e cortes de carne de qualidade; e o espaço é descontraído e informal, o que o torna óptimo para celebrações entre amigos. As opções são todas tentadoras – a começar pelo couvert sui generis, seguindo por pratos como a cenoura caramelizada com pasta de caju fermentado e tofu e frutos secos crocantes ou a fried lasanha, e terminando com o incrível brigadeirão de chocolate. Além do espaço em Cedofeita, pode também encontrar o Okra no Time Out Market Porto.

Miguel Azevedo Peres tem uma das poucas casas do país que respeita o princípio “nose to tail”. Tanto é um restaurante para almoços honestos como para tainadas das antigas, tanto é para beber um copo e petiscar como é para aquelas mariscadas breves de final de dia antes de recolher a casa. Percebes, amêijoas, camarão, sapateiras, navalheiras, santolas, lagostas… O arroz de marisco é um ex libris da casa e a dose para dois serve três à vontade (daí também o sucesso). O responsável por esse feito é João Frazão, que se apresentou publicamente como concorrente do Masterchef em 2022.

Tribuna Activa Lda Informação Empresarial